Bloco de notas - O monstro.

26.8.12

Por tanto querer amar um pouco mais o meu eu
Foi que deixei de amar o que poderia me tornar mais feliz.
Mas hoje não sinto mais o vazio
O que antes era está frio, frágil, evaporou-se no ar
É algo que não sei explicar.

Quando quente, meu corpo parecia tremer.
Mesmo estando firmes no chão, minhas pernas pareciam balançar freneticamente.
Meu corpo não refletia mais os meus comandos, meu coração muito menos.
O que era confiança, parecia perder a esperança...

Como se estivesse caindo num abismo sem fim
Mesmo estando com os olhos abertos, só via escuridão.
Meu coração pede pelo meu perdão
Como posso dizer não?
No final dessa queda, dei de cara no chão.

Ao ficar de joelhos e bater a poeira
A queda não pareceu tão grande.
O escuro parecia ser infinito
Mas o buraco era mais raso que um palmo.

Então porque o medo de cair?
As vezes, nós mesmos construímos o monstro em si
E temos medo dele como se fosse maior que nós
Mas esquecemos que se o criamos, podemos destruí-lo.

Então, o que era a fantasia dos meus medos, da minha insegurança
Morreu quando ganhei nova esperança.

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